ATUALIDADES

VESTIBULAR 2008  (ATUALIDADES) escrito em terça 02 outubro 2007 11:56

Inscrições para vestibular de 2008
SÃO PAULO
  • Univesridade de São Paulo - USP /
    Santa Casa e Oficial da Polícia Militar
    Exame 1ª fase: dia 25 de novembro
    Exame 2ª fase; dia 06 de janeiro
    Divulgação da 1º chamada: dia 07 de fevereiro
    Maiores informações: (FUVEST) <http://www.fuvest.br/>
  • Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
    Inscrição: de 13 de agosto a 21 de setembro
    Taxa de inscrição: R$ 150,00 (a ser paga até 24/09/07)
    Divulgação dos locais da prova da 1ª fase: dia 08 de novembro
    Prova da 1ª fase: dia 18 de dezembro
    Divulgação da lista de convocados da 1ª fase e locais da prova da 2ª fase: 18 de dezembro 
    Divulgação da 1º chamada: dia 07 de fevereiro
    Provas da 2ª fase: de 13 a 16 de janeiro
    Provas de aptidão: de 21 a 24 de janeiro
    Maiores informações: (Comvesp) <http://www.convest.unicamp.br/vest2008/inscricao.html>
  • Universidade Federal de São Carlos
    Inscrição: de 17 de setembro a 26 de outubro
    Prova: de Língua Portuguesa, Língua estrangeira e
    Redação - dia 19 de dezembro
    Prova: de Química, Matemática e História - dia 20 de dezembro
    Prova: de Biologia, Física e Geografia - dia 21 de dezembro
    Divulgação da 1º chamada: dia 08 de fevereiro
  • Universidade Estadual Paulista (Unesp)
    Inscrição: de 17 de setembro até dia 05 de outubro
    Taxa de inscrição para medicina: R$100,00
    Inscrição pode ser feita pela internet no site: <
    www.vunesp.com.br>
    Provas: dia 16 de dezembro (conhecimentos gerais); 17 de dezembro (conhecimentos específicos) e 18 de dezembro (Língua Portuguesa)
    Divulgação da 1º chamada: dia 01 de fevereiro
    Oferece: 6.244 vagas em 150 cursos, nas áreas de ciências humanas, biológicas e exatas, em 17 cidades do Estado de São Paulo
    Maiores informações: 11 3874.6300
  • Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
    Inscrição: até dia 05 de outubro
    Taxa de inscrição para medicina:
    Inscrição deve ser feita pela internet no site: <
    http://vestibular.unifesp.br>
    Provas: 12 de dezembro (conhecimentos gerais);
    13 de dezembro (língua portuguesa, língua estrangeira e redação);
    14 de dezembro (conhecimentos específicos)
    Divulgação da convocãção para matrícula: dia 31 de janeiro
    Oferece: 1.203 vagas para 23 cursos.
    Maiores informações: 11 3874.6300 (Vunesp)
  • Universidade de Santo Amaro (Unisa)
    Inscrição para MEDICINA: até dia 1º de outubro
    Taxa de inscrição para medicina: R$200,00
    Inscrição para as outras áreas: até dia 3º de outubro
    Taxa de inscrição para as outras áreas é R$ 50,00
    A inscrição só poderá ser feita pela internet no site <
    www.unisa.br>
    Prova: dia 07 de outubro, das 9h às 13h
    Oferece: mais de 2,9 mil vagas para graduação em: biológicas, exatas e humanas
    600 vagas para cursos seqüenciados (2 anos de formação)
    Maiores informações: fone 11 0800 171796
  • Universidade São Judas Tadeu
    Inscrição: até 05 de outubro
    Inscrição pode ser feita pela internet no site:
    www.usjt.br
    Taxa de inscrição: R$30,00
    Prova: dia 7 de outubro, às 14h
    Maiores informações: fone 011 6099-1677
SANTA CATARINA
  • Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
    Inscrição: até 10 de outubro
    Taxa de inscrição: R$90,00
    Lista de isentos da taxa no site: <
    http://www.vestibular2008.ufsc.br/isencoes/vestise06.html >
    Taxa de inscrição para os parcialmente isentos: R$ 45,00
    Observação: os candidatos que necessitam de condições
    especiais para fazer a prova têm até dia 17 de outubro
    para informar suas necessidades
    Provas: de 9 a 11 de dezembro.
    Locais das provas: Florianópolis, Blumenau, Camboriú, Chapecó,
    Criciúma, Itajaí, Joaçaba, Joinville, Lages e Tubarão.
    Oferece 4.095 vagas, nos 65 cursos. As novidades para 2008
    são os cursos de Oceanografia, Zootecnia e Artes Cênicas
    e uma nova turma de Letras Português.
    Maiores informações: fone 48 3721-9200; e-mail:
    vestibular2008@coperve.ufsc.br;  site; www.vestibular2008.ufsc.br
    .
MATO GROSSO
  • A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
    Inscrição: até 19 de outubro
    Taxa de inscrição: R$80,00
    Inscrição pode ser feita pela internet no site: <
    www.copeve.ufms.br>
    Confirmação da inscrição: até o dia 20 de outubro
    Nota: o candidato deve entregar os documentos necessários nos postos autorizados ou enviar por correios para a Copeve (Cidade Universitária,
    Caixa Postal 549, CEP 79070-900, Campo Grande, MS)
    Provas: dia 06 a 07 de dezembro.
    Local: as provas de habilidades específicas dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Artes Visuais serão aplicadas somente em Campo Grande,
    no dia 18 de novembro.
    Oferece: 1.780 vagas.
    Maiores informações: COPEVE - Comissão Permanente de
    Vestibular 67 3345-7160
  • Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat)
    Inscrição: até 10 de outubro
    Taxa de inscrição: R$80,00
    Inscrição pode ser feita pela internet no site:
    www.unemat.br/vestibular
    Pedidos de isenção da taxa somente nos dias 24 e 25 de setembro
    Provas: dias 11 e 12 de novembro.
    Oferece para esta edição do concurso 1,8 mil vagas em 24 cursos.
    Maiores informações: 65 3222.1090

MINAS GERAIS

  • Faculdade Ibmec
    Inscrição: até 05 de novembro
    Taxa de inscrição: R$50,00 até o dia 16 de outubro,
    depois passa para R$ 70
    Inscrição pode ser feita pela internet no site:
    www.ibmec.br/vestibular
    Prova: dia 9 de novembro.
    Local: das 14h às 18h, no Ibmec-Minas - rua Paraíba, 330
    Maiores informações: fone (31) 3247-5757;
    e-mail
    contactcenter@ibmecmg.br
  • Aprovados na 

    FUVEST 2008

    Saiu a Lista de
    Convocados para a
    Primeira Chamada

    Verifique: 

    http://www.fuvest.br/vest2008/chamada1/publ1.txt 

    Os candidatos convocados na primeira chamada deverão efetuar suas matrículas nos dias 11 ou 12 de fevereiro, nos locais e nos horários indicados no Manual do Candidato (páginas 60 a 62).

    Segunda chamada FUVEST 2008

    22/02/2008 (sexta-feira) – Divulgação da lista de convocados
    25/02/2008 (segunda-feira)Matrícula
    (Incluem-se aqui os pedidos de Remanejamento da 1ª chamada que forem atendidos).

    Terceira chamada  FUVEST 2008

    14/03/2008 (sexta-feira) – Divulgação da lista de convocados.
    17/03/2008 (segunda-feira)Matrícula  (incluem-se aqui os pedidos de Remanejamento das chamadas anteriores que forem atendidos).

    Quarta chamada  FUVEST 2008

    21/03/2008 (sexta-feira) – Divulgação da lista de convocados.
    24/03/2008 (segunda-feira)Matrícula (incluem-se aqui os pedidos de Remanejamento das chamadas anteriores que forem atendidos
     

    Disque Fuvest

    (0xx11 3093.2444)

    Site
    www.fuvest.br

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TEXTOS PARA DISCUSSÃO: Cotas universitárias  (ATUALIDADES) escrito em terça 02 outubro 2007 16:48

 Óleo sobre tela: A família, de Tarsila do Amaral, 1925.

 

SOBRE AS COTAS

Texto 1

 

Trecho extraído de 

Yvone Mello D’Alessio Foroni 

PUC Viva - Revista da Associação dos Professores da PUC, nº 21 

Disponível em: http://www.apropucsp.org.br/revista/r21_r06.htm

 

Um breve recuo histórico para entender o Brasil como signatário de Durban

 

Sabe-se que o Brasil importou quatro milhões de africanos durante os quatro séculos de tráfico transatlântico e que a essas vítimas somaram-se 40 milhões de crioulos, escravos já nascidos em terras brasileiras. O amanhecer do dia 14 de maio de 1888 trouxe uma situação pitoresca ao Brasil: a construção e a legitimação de um discurso que negava a existência do racismo no período pós-republicano e a conseqüente omissão estatal em face das desigualdades e da discriminação racial. Durante mais de um século, o Estado brasileiro, aliado à “cumplicidade” de setores da academia, dos partidos políticos e da imprensa, optou pela visão “mítica” da democracia racial ao não equacionar e enfrentar o caráter estrutural de sua formação social, mostrando-se impermeável às evidências do cotidiano. Enquanto os primeiros cursos superiores brasileiros surgiam no início do século XIX, observa-se que, até 1872, o país registrava a existência de leis que proibiam o acesso de negros livres ou libertos a escolas de qualquer nível.


Tal evidência aponta para o fato de que a pobreza no Brasil tem duas dimensões bem diferentes: branca e negra; a distribuição de direitos e oportunidades de ascensão social se diferencia nessas duas modalidades e sobrevive um “apatheid” implícito nas relações sociais. Segundo Matilde Ribeiro [1] , em artigo publicado na Folha de S. Paulo em 20/11/2003, “negros são pobres porque são negros, porque enfrentam uma monumental hostilidade racial no espaço escolar, porque enfrentam práticas discriminatórias no acesso à relação de emprego, porque ingressam mais precocemente no mercado de trabalho, porque são os últimos a serem admitidos e os primeiros a serem demitidos, porque percebem os menores salários e geralmente são empurrados para as funções mais insalubres”.


Contrariamente ao discurso positivista de democracia racial (timidamente contestado), 63% dos pobres e 69% dos indigentes brasileiros da atualidade são negros. O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem salientado continuamente em seus discursos o índice apresentado pelas estatísticas, ou seja, “70% dos pobres brasileiros são negros”.

 

A exclusão negra da escolaridade ocorre antes do vestibular...

 

Torna-se difícil encontrar alguém que negue que a incorporação dos negros ao progresso econômico experimentado pelo Brasil no século XX conseguiu apresentar piores índices do que a redução das desigualdades sociais [2]. Faz-se oportuno, portanto, discutir a adoção de cotas para negros na universidade. Essa questão implica o conceito de reparação, ligado à adoção de medidas afirmativas [3] (compensatórias?). As cotas se propõem a facilitar (por um tempo determinado, talvez próximo ao de uma geração, a ser negociado com a sociedade) o acesso de jovens negros e mulatos a uma educação superior gratuita e de qualidade, visando a permitir que parcelas da população negra obtenham um salto social que permita tornar menos homogêneas (do ponto de vista racial) as classes sociais mais abastadas.


Dados do SAEB7, datados de 2003, revelam que os alunos negros são excluídos prematuramente da escola, notando-se um percentual decrescente no número de negros à medida que avança o nível de ensino. Ao compararmos o número de alunos negros que terminam o último ano do ensino fundamental com o dos que concluem a última série do ensino médio, observamos que o índice fica reduzido pela metade. Na hora do vestibular, outro funil: considerando agora negros e pardos, só 26% dessa população entre 18 e 24 anos mostra-se legitimada a prestar o concurso, ou seja, possui o 2º grau completo (dados registrados pelo IBGE em 2002); já a incidência entre os brancos contabiliza 72%. O mais grave é que, do percentual de negros habilitados para prestar o vestibular, menos da metade se inscreve no exame. Em 2002, apenas 3,3% dos candidatos à FUVEST se declararam negros. Na UNICAMP, o índice foi ainda menor: 2,1% (Dados publicados na Folha de São Paulo de 19/11/2003).


Como ganho qualitativo, observa-se que o debate sobre a reserva de cotas, ao propor a abertura de duas portas de entrada, já deu um primeiro passo: por levantar a necessidade de identificar “a cor” dos candidatos às vagas de algumas das universidades públicas mais valorizadas do país, desmistificou a visão de acesso democrático à universidade. Com exceção da USP (que já fazia a coleta desses dados desde o vestibular de 2000), em São Paulo, a auto-classificação da cor da pele (de acordo com a terminologia do IBGE8 ) somente passou a fazer parte do questionário de avaliação socioeconômica da UNESP, da UNIFESP, da UNICAMP e da UFSCAR a partir dos vestibulares para ingresso em 2003. Nas provas para a FUVEST de 2003, dos 143.071 inscritos, apenas 4.810 eram negros. Desses, somente 139 foram aprovados, ou seja, 1,5%. Já o ITA não apresenta, até o presente momento, estatística a este respeito.

 

Anteriormente, o Censo de 2000 já mostrava que, dos 2.864.046 brasileiros matriculados em cursos superiores, 78,5% eram brancos, 0,23% eram negros (que são 6,2% da população) e 1,61% pardos (os 19,66% restantes eram amarelos, indígenas ou de “cor ignorada”). Dessa forma, torna-se inegável que a promoção da igualdade racial por meio de medidas afirmativas não pode, no Brasil, prescindir da parceria das universidades como mecanismos que participem e colaborem para a igualdade social.

 

A exclusão negra poderá acontecer também dentro da universidade

 

Parafraseando Joaquim Nabuco [5] , ao nos posicionarmos em relação às cotas, torna-se necessário adaptar os aparelhos dos quais a escravidão se apropriou a essa democracia racial que almejamos. A escola que temos não foi concebida historicamente para atender às diferenças: sua organização está voltada exatamente para apagar as diversidades sociais e culturais, contribuindo significativamente para a manutenção da situação dominante, não contemplando as desigualdades. O silêncio que predomina nos currículos é excludente e preconceituoso, pois não reconhece (portanto, não valoriza) as culturas dos diferentes; a racionalidade escolar as exclui por dentro. Dessa forma, é preciso pensar na construção de um corpo teórico com o qual se possa influir na produção do conhecimento e na definição dos currículos, incluindo culturas negadas nas escolas e que não têm tido acesso às universidades e centros culturais, assim como às mídias que produzem imagens e conhecimentos.


Continuamente tenho declarado que a educação inclusiva não se firma pela simples “entrada” do aluno na escola. Sem a construção de um projeto político pedagógico crítico e reflexivo que inclua o atendimento às necessidades específicas desses grupos, qualquer medida afirmativa corre o risco de se tornar instrumento de perpetuação da desigualdade, passando da exclusão para a evasão, para a retenção e, finalmente, para baixos índices de desempenho escolar, levando a situações que poderão produzir subjetividades nas quais a afirmação da diferença não se apartará jamais da revolta e da discriminação.


Como educadora que há trinta e oito anos trabalha com a diversidade na escola, em todos os níveis de ensino, posso afirmar que a instauração de cotas para negros no ensino superior não se mostrará eficaz se for colocada como uma ação isolada na universidade. Ela deverá fazer parte de um processo que objetive a permanência desses alunos e a conclusão efetiva dos cursos cujas vagas lhes foram disponibi- lizadas. Pautando-se por um princípio da igualdade de oportunidades, esse acompanhamento deverá ser questionador e propositivo, repensando funções, conteúdos, métodos e procedimentos para superar o caráter de “regularidade” e de “normalidade” da clientela seletiva ainda presente no projeto curricular dos cursos. A universidade democrática deverá promover a criação e o desenvolvimento de “contextos educativos plurais” em que as pessoas em relação busquem interações entre seus respectivos contextos.


Ao concluir este texto, o princípio da “educação para todos” faz-me ainda levantar outras questões:

- Por que cotas para negros só na universidade? A real univer- salização do acesso não deveria se estender a todos os níveis da esco- larização?
- Por que cotas só para alguns segmentos discriminados da sociedade? Por que não oportunidade de acesso para todos?

Enquanto tenta-se caminhar para isso, não custa lembrar que, sozinhos, os cursos superiores não produzem igualdade. Medidas afirmativas devem ultrapassar os muros das universidades, serem amparadas por uma política de Estado, disciplinada por leis que promovam a igualdade racial e que interfiram mais diretamente nos mecanismos de apropriação de renda. Se o estabelecimento de cotas pretende diversificar a composição racial da elite brasileira, de sua classe média em especial, e se as cotas são uma tentativa de reconciliação do Brasil consigo mesmo, são necessárias, não só cotas nas universidades, como também cotas raciais nos empregos.


Eu me daria por feliz se, daqui a vinte e cinco anos, conseguisse ver nas lindas festas de formatura da minha universidade todos os rostos, “cores” e culturas que encontro, diariamente, na praça da Sé, em São Paulo. E se, bacharelados e legitimados, todos, indiscriminadamente, tivessem empregos.

 

Notas

 

[1] Matilde Ribeiro é ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo em 20/11/2003, denominado “Pela promoção da igualdade racial”, a autora apresenta o texto citado e mostra que a inexistência de ódio racial explícito não impediu que o Brasil criasse um “diferente” modelo de relações raciais.
[2] Dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) confirmam que, durante o século passado, apesar do crescimento econômico, as desvantagens dos negros em relação aos brancos quanto ao nível de escolaridade e distribuição de salários permaneceram as mesmas.
[3] Sabemos que as experiências de situações afirmativas não são inéditas no Brasil e têm se traduzido historicamente pela importação de modelos “alienígenas” que deram certo em seus países de origem. Os EUA utilizam há 50 anos medidas afirmativas para negros no país e o crescimento da classe média negra americana advém dessas medidas.
[4] Sistema de Avaliação da Educação Básica.
8Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
[5] Joaquim Nabuco, em sua obra “O Abolicionismo”, afirma: “O processo natural pelo qual a escravidão fossilizou nos seus moldes a exuberante vitalidade do nosso povo durou todo o período de crescimento e, enquanto a nação não tiver consciência de que lhe é indispensável adaptar à liberdade cada um dos aparelhos de que a escravidão se apropriou, a obra desta irá por diante, mesmo quando não haja mais escravos”

 

SOBRE AS COTAS

Texto 2


É melhor ter brancos ressentidos do que não ter negros na faculdade

 

Entrevista com Ministra Matilde Ribeiro


Revista Caros Amigos - Ano XI Número 125 Agosto 2007

 

Um passo pequeno para uma mulher, um passo imenso para toda uma etnia: a ministra chefe da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, tem um orçamento que mal passa de 20 milhões de reais por ano, mas é a primeira vez, em mais de 500 anos da história dos negros no Brasil, que existe um ministério específico para promover a igualdade racial, envolvendo também índios e ciganos, palestinos e judeus. Filha de roceiros, foi empregada doméstica e operária para custear seus estudos e se formou em Serviço Social na PUC de São Paulo. Envolveu-se no movimento feminista, no movimento negro e no PT e, numa ascensão meteórica, se tornou ministra. Ela esclarece que as cotas não são primordialmente para negros e índios, mas para os carentes oriundos das escolas públicas, inclusive brancos, com as cotas sendo distribuídas segundo uma nota de corte e de acordo com a proporção das etnias em cada Estado. Para ela, a conquista principal do movimento pela igualdade racial não são as cotas, nem a sua Secretaria – mas o reconhecimento, pelo Estado e pela sociedade, de que existe racismo no país, estando em desaparecimento o mito da “democracia racial”. E, nesta entrevista, ela é taxativa: é melhor que haja brancos ressentidos por terem nota, mas não terem vaga, do que não haver negros no ensino superior.

 

Marina Amaral – Como a senhora conseguiu entrar na faculdade?

 

Eu sempre trabalhei e estudei. Acho que foi por esforço pessoal, junto com apoio familiar. Era contraditório, meu pai, ao mesmo tempo que achava que mulher não tinha que estudar porque ia casar e ter filho, também se orgulhava de ter uma filha com predisposição para estudar. E não colocava limite, mas achava que era uma carga muito pesada trabalhar e estudar.
[...]

 

Palmério Dória – Qual é o papel exatamente da sua secretaria? A gente sabe que ela tem o menor orçamento da República. É uma espécie assim de senzala...

 

É, a casa-grande fica em outro lugar. Bom, as secretarias especiais são órgãos de assessoramento à presidência da República, com status de ministério. A diferença orçamentária entre a Secretaria de Igualdade Racial e a Secretaria da Mulher é muito pequena. A dos Direitos Humanos é um pouco maior. A missão é a mesma, a diferença é que as outras duas já existiam. Antes mesmo do governo Fernando Henrique já existiam ações nessa área. Creio que nesses quatro anos conseguimos apresentar um desenho, um caminho de ramificação da ação, considerando a missão, que é coordenar, estimular, elaborar conjuntamente com outros e monitorar a execução. Então, esse primeiro período da secretaria foi de aprendizado muito grande, não só pra quem está dentro do governo, mas também para quem está fora demandando as políticas, e creio que o futuro desse espaço deve ser de aprimoramento e fortalecimento. Não acredito que seja possível durante muitos anos a secretaria se manter como a prima pobre do governo.
[...]

 

Renato Pompeu – Além das cotas, que outras ações afirmativas existem?

 

Várias medidas agregadas a essa de reserva de vagas e de bolsas estão em curso. E há dois projetos de lei do governo, em tramitação no Congresso, que tratam da educação como um todo, mas fazem vinculação com esse nosso debate aqui. Uma é a reforma universitária, matéria de disputa ferrenha entre as várias concepções sobre qual o sistema de ensino que queremos, desde os primeiros dias até o ensino superior — e queremos que o ensino superior possa efetivamente corresponder à lógica da democracia e do acesso para todos. Outro projeto que tramita é o Fundeb, que prevê o Fundo para a Educação Básica, entendendo que fortalecendo a educação básica estamos mexendo nas duas pontas — no ensino, que é estruturante para o resto da vida, que são os primeiros anos de escola, e no ensino superior. Há ainda o programa Brasil Alfabetizado, somando várias ações que acontecem no campo da educação de adultos. O outro exemplo é a implementação da lei 10.639, que prevê o ensino da história e cultura afro-brasileiras nos níveis médio e fundamental das escolas públicas e particulares. Foi sancionada pelo presidente Lula em 9 de janeiro de 2003 e está em processo de implementação. Para a implementação, o principal é a capacitação do professorado — não tem ensino se os professores não estão preparados — combinada com a revisão curricular e com o envolvimento da comunidade escolar e das famílias para que isso se torne fato.
[...]

 

Thiago Domenici – Nisso tudo, qual a importância do dia 20 de novembro, que é o Dia Nacional da Consciência Negra?

 

É o melhor exemplo de ação simbólica que poderíamos ter, que nos obriga, enquanto governo, a reconhecer que existiu Zumbi dos Palmares, que existiu a luta histórica contra a escravidão, e que a Abolição não aboliu. Aboliu administrativamente, mas não incluiu os negros como cidadãos e cidadãs de direito. O movimento negro teve uma atuação visionária 35 anos atrás, quando começou a dizer pelos quatro cantos do Brasil e também em espaços internacionais que, se tem o dia de Tiradentes, tem que ter o dia de Zumbi dos Palmares. Isso hoje é fato, a agenda pública brasileira tem o Dia Nacional da Consciência Negra e Zumbi dos Palmares como herói nacional. E ao mesmo tempo existem políticas públicas federais em andamento, porém insuficientes pra responder à demanda, responder a essa reivindicação que foi reprimida ao longo da história. E repetindo que ações afirmativas, neste nosso momento, constituem um vetor para a construção de políticas públicas de igualdade racial.

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PENSE: Informação é um “negócio” sério.  (ATUALIDADES) escrito em sexta 05 outubro 2007 03:04

Foto do blog Olhos da Eternidade: http://olhoseternos.blogspot.com/2007_09_01_archive.html

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Interpretação de texto

 

Informação é um “negócio” sério!

 

O contexto

No dia 26/07 a Revista Istoé publicou a matéria da jornalista Ana Clara Costa, sobre os dados da pesquisa Miséria, Desigualdade e Política de Renda, de 2006, realizada pela Fundação Getúlio Vargas e divulgadas pelo IBGE.

< http://pre-vestibular.arteblog.com.br/26641/DIMINUI-A-POBREZA-BRASILEIRA-Os-dados-da-fundacao-Getulio-Vargas/

<http://www3.fgv.br/ibrecps/RET3/index.htm

<http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1978/artigo62074-1.htm #>

 

A análise 

A reportagem começa assim:

O assunto do momento é a expansão da classe média baixa. Abundância de crédito, juros mais baixos, prazos de parcelamento a perder de vista. Todos os holofotes estão voltados para ela e tudo conspira para que ela gaste cada vez mais.

Como se o fato de 5,9 milhões de brasileiros deixarem a linha da pobreza fosse apenas um jogo político, e não uma obrigação dos governos.

No segundo parágrafo Costa menciona os dados de um gráfico que não está exposto na matéria. Para vê-lo você precisa clicar em um link. A análise que a jornalista faz dos dados é completamente equivocada, observe: “Nos dois mandatos do governo FHC, a redução da miséria, [...] foi de 24,3%, enquanto somente no primeiro mandato petista chegou a 27,7%”

Observe, então, o gráfico CLIQUE AQUI.

O equívoco

Considerando que FHC assumiu a presidência deste País em janeiro de 1995, governando até dezembro de 2002: contando o início e o fim dos seus dois mandatos a miséria no Brasil não diminuiu sequer um ponto percentual.

A queda da miserabilidade brasileira creditada a FHC foi conquistada nos dois anos de Governo Itamar Franco.

No terceiro parágrafo, Costa explica como uma mulher melhorou de vida e saiu da linha da pobreza.

No último parágrafo da matéria, (ou não se trata da mesma matéria?) separado apenas por um pequeno inter-título, a jornalista reclama de como vai ficar difícil para a classe média agora que o Supersimples, "acabará resultando em aumento de preços. Prestadoras de serviço ameaçam repassar para os clientes o aumento que tiveram na carga de impostos. As escolas de ensino infantil poderão ter aumento de até 11% nas mensalidades etc." Pois é, eu também achei estranho.

 

Conclusão

Será que a Istoé anda meio desleixada? Bom, deixa isso para lá, o importante é saber interpretar o texto e também os números.

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O PAPEL(ÃO) DA IMPRENSA  (ATUALIDADES) escrito em quinta 18 outubro 2007 00:28

Maringoni, março de 2005, na Agência Carta Maior

 

Imprensa hoje:

quarto poder ou prostituição?


No dia 05/02/2007, na fila do pronto atendimento de uma unidade hospitalar do município de São Paulo, acompanhado por seu filho de sete anos, o senhor Kaiser Paiva Celestino da Silva foi agredido pelo Prefeito Gilberto Kassab, por manifestar-se contra certa medida tomada pela Prefeitura que o deixou desempregado.

 

Em seguida do ocorrido os jornais anunciavam o oposto, disseram que o senhor Kaiser havia agredido o Prefeito. Como se não bastasse, alguns jornais, como o da Globo News, chegaram ao cúmulo de afirmar que o homem se encontrava no local desde cedo, com o único propósito de agredir o prefeito. A Lilian Witte Fibe, convocada para transmitir tamanha manipulação, ficou toda desengonçada diante das câmeras, ela sabia que não ia dar certo, mas mesmo assim tentou.

 

Só que não adiantou, no local do ocorrido havia muitas testemunhas. O povo paulista se indignou com a verdade, o que acabou levando o Prefeito à retratação.

 

Nesse momento, a imprensa correu para ver quem noticiava primeiro o quão bonzinho é o Senhor Kaiser, que trabalha desde os nove anos de idade, desde os 15 com carteira assinada, é arrimo de família, tem 47 anos, etc e etc.

 

Blá blá blá. Mas em nenhum momento a imprensa se retratou.

 

Recentemente a Revista Istoé publicou uma matéria que habilmente manipulava os resultados de uma recente pesquisa divulgada pela Fundação Getulio Vargas, deixando uma obscura brecha para a percepção da sua intensa preferência pelo governo que antecedeu ao atual. Sem entrar no mérito da qualidade em que se contrapõem ambos os governos, a manipulação da informação não é sadia, ao contrário [1].

 

No dia 11 de abril de 2002, um golpe de estado derrubou o presidente da Venezuela, Hugo Chaves, por 47 horas. Entre os principais autores do golpe encontram-se Victor Ferrer, canal 4, Alberto Federico Ravel, da Globovisión, e a Marcel Granier, da RCTV:e Napoleón Bravo, o William Bonner da Venevisión do milionário Gustavo Cisneros [2].

 

As cenas mostram chavistas atirando por sobre a murada de uma ponte, a Llaguno. Cenas que correram o mundo naqueles dias de Abril: "Chavistas atiram na multidão", como disseram nos telejornais os locutores das emissoras privadas - inclusive a RCTV, agora tão pranteada.

 

Na sequência da mesma cena, a farsa é desmontada pelos documentaristas Kim e Donnacha com um depoimento e uma imagem.

O depoimento é de Andrés Izarra, então chefe de produção de uma das emissoras privadas - hoje presidente da TV estatal TELESUR.

Izarra contou, à época, que imagens foram omitidas e que assim todos os telespectadores, inclusive nas redações, o que viram foi dois atiradores a disparar "contra a multidão", como repetiam os locutores.

A força da imagem é tamanha que ninguém notou que chavistas - assim como a multidão posta sobre a ponte Llaguno - atiram e imediatamente se deitam; se deitam para escapar às balas disparadas de outro lado. Por franco atiradores. Não havia multidão alguma, nem mesmo um grupo de pessoas, na avenida abaixo da Ponte Llaguno. Uma imagem derrubaria a farsa de vez.

A imagem foi feita pela câmera de Kim e Donnacha. A câmera se move lentamente, indo dos atiradores ao vazio na avenida abaixo, onde deveriam estar - de acordo com as imagens e locução que correram o mundo - "a multidão abatida a tiros pelos chavistas".

A RCTV e demais emissoras venezuelanas divulgaram a mesma imagem editada, e versão. E, assim como a televisão brasileira aberta - inclua-se aí o Jornal Nacional e telejornais vários que tratam do assunto -, as emissoras venezuelanas não divulgaram os distintos olhares e percepções sobre estas dramáticas horas [2].

A mídia atualmente é chamada de “o quarto poder”, talvez, justamente, pelo poder que possui de manipular e introduzir idéias alteradas nas mentes desprevenidas. Resta-nos saber em prol de quem a mídia vem utilizando esse poder.


Um trabalho de Rodrigo Freitas, datado de 2004, termina com a seguinte questão: o que levou os jornais maranhenses a adotarem a postura de não enfrentamento ao regime militar? Medo, insegurança, apoio ao regime, ou simplesmente a realidade local?


Vale lembrar que, durante ditadura militar, os brasileiros viveram um período negro da História de seu País. No entanto, em São Paulo, apenas o jornal O Estado de São Paulo não aceitou o acordo feito pelo governo militar, em reunião com os proprietários e diretores dos maiores jornais brasileiros. Essa reunião ocorreu logo após o golpe, e os jornais paulistas, com essa única exceção, determinaram ali o seu comportamento passivo e alto-censor, que mantiveram até o fim da ditadura.


[1] Ver em: <http://pre-vestibular.arteblog.com.br/27042/Pense/>
[2] Ver em: <
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1667158-EI6580,00.html>.

 

Por ocasião do desarmamento, um assunto sério que deveria ser debatino na imprensa, no dia 14/10/2005 a colunista Barbara Gancia divulgou:


Prédio da Revista Veja é da CBC, única fabricante de munição no Brasil

A colunista  Barbara Gancia divulgou, no caderno ‘Cotidiano’ da “Folha de São Paulo”, artigo afirmando que o prédio no qual está sediada a editora Abril pertence à CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos), monopolista da fabricação de munições no Brasil e cujo aluguel mensal é de R$ 1 milhão. Veja abaixo parte do texto publicado: (...) “Por que a revista [Veja] não nos contou que a empresa à qual pertence paga aluguel de cerca R$ 1 milhão à família Birmann, da construtora homônima, que vem a ser proprietária do prédio que serve de sede da Editora Abril e também, veja só, da CBC, a Companhia Brasileira de Cartuchos?” O Instituto Sou da Paz opina: “Isso mostra quanto custa a opinião de uma revista que decidiu jogar no lixo sua história ao abandonar o jornalismo em troca de matérias pagas.” Original da coluna de Bárbara Gancia no .

Fonte: http://www.consciencia.net/

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DICAS DE ATUALIDADES  (ATUALIDADES) escrito em terça 30 outubro 2007 01:08

No vídeo acima, um assunto ainda atual.

ATENÇÃO PESSOAL!

ESSAS DICAS FORAM

PARA OS EXAMES DE 2007,

CONVÉM DAR UMA OLHADA

NAS NOVAS DICAS.


Temas de conchecimentos

gerais que envolveram os

exames da FUVEST 2008


O site globo.com tem um setor que trata de vestibular e educação. No dia 17/10/07 o professor Reinaldo Scalzaretto, supervisor do curso do Anglo, participou do chat G1, e o resumo do que foi discutido no chat (http://videochat.globo.com/) está no site e foi transcrito na íntegra a seguir.


Dicas sobre

atualidades para


os vestibulares


realizados em


2007-2008

Veja como melhorar seu desempenho nas
questões dos processos seletivos

As atualidades são cada vez mais freqüentes em exames de vestibulares. Por isso, o  supervisor de geografia do Curso Anglo, Reinaldo Scalzaretto, dá dicas de como estudar e os temas que podem cair nas provas. Ele participou, nesta quarta-feira (17) do chat do G1.
        
Confira a íntegra do chat

Scalzaretto afirma que é importante cultivar o hábito de ler jornal e que não adianta ler só uma semana antes da prova. “O professor que escreve a prova se baseia muitas vezes em algum arquivo de jornal, de meses antes”, diz. Além disso, segundo ele, a questão contextualizada dá mais informações para serem resolvidas. “Muitas vezes estas questões são as que costumam ser mais fáceis”, afirma.

Mas, mesmo que a geografia seja cada vez mais cobrada junto de conhecimentos do mundo de hoje, isso não significa que o estudante possa dispensar os tradicionais mapas. “Você tem que estar com eles na sua cabeça. Muitas vezes este conhecimento também serve para se resolver questões de atualidades”, diz o professor.

Veja as dicas para alguns temas em destaque no mundo atual:

Chavismo                            

Pode ser uma questão da prova e já foi de vestibulares passados. Dois aspectos podem ser explorados: o político e o econômico. Pode-se relacionar o chavismo ao socialismo na América Latina e com Cuba no ponto de vista político. E sob o ponto de vista econômico, a questão do petróleo da Venezuela merece destaque.

           Conheça Hugo Chávez


Crise política

Questões políticas do dia-a-dia não costumam aparecer no vestibular. Há raras exceções. Por exemplo, se você for fazer vestibular no IBMEC/SP pode encontrá-las. Mas é raro. Em geral o que podemos dizer que é as questões partem da notícia de jornal para avaliar se o aluno tem um conhecimento mais profundo do tema.

Oriente médio

Cai bastante na prova. A melhor forma de estudar é pegar um resumo das coisas mais importantes que aconteceram nos últimos tempos.


Entenda o conflito Israel x Palestina 

Entenda o conflito entre Hamas e Fatah

              

Mudanças climáticas

Vestibulares devem abordar o assunto, porque são questões interdisciplinares, com exploração de física, química, matemática, geografia e história numa mesma pergunta.

                         

Entenda causas e conseqüências do aquecimento global

"Brasileiros têm de agir sobre aquecimento"

Aquecimento global: da ciência ao juízo final


Biodiesel

É uma novidade extremamente importante para o Brasil. Atualmente procuram-se em todo o mundo novas formas de geração de energia e o Brasil inventou a biomassa, que é retirar energia de material orgânico.
        

China

Todo ano cai. Dinâmica populacional e industrialização são os principais temas de questões à respeito da China.

                

China manda recados para Taiwan e EUA 

                

11 de setembro

O assunto já parece um pouco esgotado.

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