BIOLOGIA

ESPÉCIES HUMANAS NOS PERÍODOS DA HISTÓRIA - EVOLUÇÃO  (BIOLOGIA) escrito em sexta 06 julho 2007 22:04

ESPÉCIES E PERÍODOS

Tempos geológicos

Culturas

Idade

Espécies humanas

HISTÓRIA

Segue até os dias atuais.

Idade
Contemp.

Até hoje

Homo Sapiens Sapiens

Idade
Moderna

Até a Revol. Francesa

1789 a.C.

Idade
Média

Até a queda
de Constan-
tinopla

1453 d.C

Idade
Antiga

Até a queda do Império Romano

476 d.C.

PRÉ-HISTÓRIA

Até cerca de 4 mil a.C,
com o surgimento da escrita no Egito e Mesopotâmia

Idade
dos Metais

- período de transição da Pré-História para a História

- por
volta de
4 mil a.C.

 

 

 

 

 

Idade
da Pedra
Polida

de 10 mil a.C. até cerca de
6 mil a.C.

Quater-
nário

Halocênico

NEOLÍTICA

- cultivo da
terra e manutenção
de manadas;

- aumento r
ápido da população;

- primeiras instituições, como família
e a divisão do trabalho;

- técnica de tecelagem e de fabricação de cerâmicas;

- primeiras moradias;

- domínio
do fogo;

- invenção da roda

- deu início ao trabalho com metais.

 

 

MEZO-

Pleis-

to-
cêni-

co

Sup.

LÍTICA

 

 

PALEOLÍTICA SUPERIOR

- instrumentos
de marfim, ossos, madeira
e pedra: machado, arco
e flecha,
lançador de dardos, a
nzol e linha;

- desenvolvimento da pintura e da escultura;

- de 40 mil a.C. até
10 mil a.C.

Idade
da Pedra Lascada

Paleolítico - origem do homem
- cerca de
2,7 milhões da anos
até cerca de 10 mil anos

PALEOLÍTICA
MÉDIA

- período de transição.

Homo

Sapiens

Neander-
thalensis

Mé.

PALEOLÍTICA INFERIOR

- primeiros hominídios;

- caça e coleta;

- controle do fogo;

- instrumentos
de pedra e
pedra lascada, madeira e
ossos: facas, machados;

- aproximadamente
de 2,7 milhões
de anos a.C. até 40 mil a.C.

Homo
Erectus

 

 

Inf.

PROTOPA-
LEOLÍTICA

Australu-
piteco

Terciário

 

De 6,5 milhões de anos atrás
até a semana passada

Texto da matéria “Darwin: o homem que matou Deus”, da Revista Superinteressante, edição 240, de junho de 2007.

Há 6 milhões de anos nascia o último ancestral de homens e chimpanzés, um ser ainda desconhecido do ramo dos primatas. Um milhão de anos depois, ele evoluía para o australupiteco. E dele para nós foi um pulo. Pelo menos do ponto de vista do planeta.

Não só os mamíferos se deram bem na época. Alguns peixes tiveram um upgrade que lhes deu mais agilidade e força. Resultado: viraram o grupo dominante dos vertebrados, com 50% das espécies.

O australupiteco gerou o Homo erectus, que gerou o Homo heidelbergenisis, que teve dois gêmeos há 200.000 anos: o Homo neanderthalensis e o Homo sapiens. Aí fizemos o que Caim fez com Abel: os matamos. E há 30.000 anos somos a única espécie humana da Terra.

Agora nós é que provemos extinções em massa. Sete em cada 10 das principais espécies de peixes marinhos — que juntas somam 30% de tudo o que se pesca — já foram superexploradas. Quer dizer: se a predação humana continuar como está, elas devem se extinguir nas próximas décadas.

Com a Terra livre dos dinossauros, aqueles mamíferos do tamanho de ratinhos ficaram com o terreno livre para crescer e se multiplicar.

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COLMÉIA ESTRESSADA  (BIOLOGIA) escrito em sexta 27 julho 2007 20:12


Elas partiram para outros assuntos,
Mas no meu canto estarão sem juntas.

Música de MILTON NASCIMENTO


Ilustração de Adam Bull

Rebelião
de abelhas operárias


From Bridgend County Borough Council

Abaixo a monarquia apícola!

Texto original: Terra, "Polícia do Canadá procura abelhas fugitivas",
Sexta, 27 de julho de 2007, 08h56. http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1790202-EI1141,00.html

A famosa Polícia Montada do Canadá recebeu uma missão pouco comum: encontrar um enxame que fugiu após um golpe de Estado em sua colméia, fiéis à rainha deposta, informou nesta quinta-feira o próprio órgão.

"Um apicultor veio nos procurar para dizer que tinha perdido metade de suas abelhas, entre 30 e 40 mil", revelou Cheryl Decker, porta-voz da Gendarmeria Real do Canadá (GRC) em Shelburne, província da Nova Escócia. "Disse que o enxame tinha sido visto pela última vez próximo a uma lanchonete" de Shelburne e "nos pediu ajuda para capturá-lo", acrescentou Decker.

O apicultor, Rodney Dillinger, explicou que a colmeia está provavelmente "estressada" e que as operárias se rebelaram contra a rainha, deixando que outra assumisse o controle. Após o "golpe", metade da colmeia fugiu com a rainha deposta "em busca de uma nova residência", disse Dillinger.

"Este fenômeno é comum e não são perigosas, mas as abelhas têm um aspecto ruim para as pessoas que não estão acostumadas e é possível que sejam atacadas". Ao que parece, o enxame fugitivo já foi confundido com um urso em uma árvore e com uma nuvem negra.

 
Ilustração de Lisa Haney

Palavra de especialista

Por Alzira Helena Teixeira Barbosa* 

Divertido pôr a polícia nisso, porque isso é assim mesmo. Quando uma colméia cresce muito sem condições para sobrevivência no espaço do ninho, o jeito é se subdividir. Então as abelhas operárias forjam outra rainha. A rainha provém de um ovo igual ao de todas as operárias e por decisão delas é que foi transformada em rainha. Para isso, elas primeiro aumentam o tamanho do alvéolo em que foi depositado o ovo, já que a rainha é muito maior do que as operárias e não iria caber no alvéolo comum depois de nascida.

Depois que o ovo destinado a rainha se transforma em larva, esta é alimentada pelas operárias só com geléia real. As larvas das operárias são alimentadas apenas por três dias com geléia real, a da rainha, não só enquanto larva, mas por toda a vida. É o consumo diário de geléia real (qualquer interrupção adeus rainha), que vai gerar e depois manter a rainha viva.


Não são toleradas duas rainhas na mesma colméia. Quando isso acontece uma delas é destruída, exceto quando a segunda rainha tenha sido fabricada prevendo-se a subdivisão da colméia. Então, uma grande parte das operárias parte com a rainha antiga para criar uma outra família, e a rainha nova fica com a outra parte das abelhas e vai aumentando a antiga família (nova para ela que é recém nascida). Antes disso, para poder pôr ovos fertilizados, ela saiu para o vôo nupcial. Partiu atrás dela um monte de zangões e, como sempre, só o mais forte foi bem sucedido. Nenhum sobreviverá. Sempre que é necessária uma nova rainha, toda essa epopéia se repete.

As abelhas costumam fabricar mais de uma rainha para prevenir o risco de um acidente durante o vôo nupcial que a impeça de voltar para a colméia (se a colméia ficar sem rainha, acaba). Os pássaros, por exemplo, são um grande perigo. Daí é que, se duas ou mais rainhas voltarem sãs e salvas para a colméia, vão ser todas sacrificadas (por sufocação), exceto uma. Esse pedaço é triste, não é?

A rainha coroada que assumir o trono, nunca mais verá a luz do dia, o sol, as flores, os riachos, tudo aquilo de que as operárias irão desfrutar a vida toda (exceto nesse caso de uma eventual divisão da colméia, que não é muito freqüente). Em compensação (e acho que não compensa tanto) ela vai ter a devoção, os cuidados, o carinho das operárias. Vai ser agradada, reverenciada, alimentada. Só não vai ter liberdade de voltar a ver o mundo fora da colméia.

*Alzira Helena é a Super Avó do blogueiro e produtora, apaixonada!, de mel.

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Biologia Molecular1  (BIOLOGIA) escrito em sexta 27 julho 2007 21:28

Fotossíntese e fluxo de energia e formação de ATP

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Biologia Molecular1 A  (BIOLOGIA) escrito em sexta 27 julho 2007 22:32

Fluxo de
energia e
formação de ATP

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Biologia Molecular - Respiração aeróbica e fermentação  (BIOLOGIA) escrito em sexta 27 julho 2007 22:39

Respiração Aeróbica
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