
Espanha, 03/03/2007 - Na
Espanha,
segundo o Instituto de Astrofísica de Canarias,
não haverá outra oportunidade tão boa no
país de se ver um eclipse lunar até 2029.
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Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
ECLIPSE TOTAL
DA LUA

Argentina, 05/03/2007
-
O eclipse iluminou o final da tarde no lago Nahuel Huapi
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Da redação do Terra*

Chile, 05/03/2007 -
O eclipse iluminou a noite da cidade de Concepcion
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O primeiro eclipse lunar do ano poderá ser visto entre a noite desta quarta-feira e a madrugada desta quinta em todo o Brasil, dependendo das condições meteorológicas. A Lua começará a entrar na sombra da Terra (umbra) às 22h43 da quarta (horário de Brasília). O auge do eclipse acontece entre 0h01 e 0h51. Às 2h09 a Lua sairá da umbra.
Os eclipses lunares podem ser totais, parciais ou penumbrais. O eclipse de hoje será total, ou seja, a Lua ficará completamente encoberta pela sombra da Terra. Se não ficasse totalmente imersa, o eclipse seria parcial. Já o eclipse penumbral é quase imperceptível. O eclipse da Lua pode ser observado de qualquer lugar do planeta.
Enquanto um eclipse lunar ocorre ao mesmo tempo para todos os observadores, de acordo com os horários locais, a visualização de um eclipse do Sol depende do deslocamento da sombra da Lua pela Terra. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ocorrem dois eclipses solares por ano e, no máximo, sete eclipses por ano.
No dia 16 de agosto haverá outro eclipse lunar visível, mas o fenômeno será apenas parcial. Dos quatro eclipses que ocorrerão em 2009, nenhum será favorável: três serão apenas penumbrais e não poderá ser observado visualmente. O quarto, apenas parcial, será invisível no Brasil. Apenas em abril de 2015 as condições serão novamente ideais.
No Rio de Janeiro, quem quiser observar com detalhes o fenômeno astronômico poderá ir até a Fundação Planetário, na Gávea, onde um grupo de nove astrônomos explicará detalhes e curiosidades do eclipse lunar desta quarta. Serão distribuídas, a partir das 22h de quarta-feira, 260 senhas para os interessados em contemplar o fenômeno.
No Museu de Astronomia e Ciência Afins (Mast), que fica na rua General Bruce, 586, bairro Imperial de São Cristóvão, as atividades começam às 17h30. Além da observação do eclipse, estão programadas palestra, oficinas e a exibição de vídeos, além da observação de outros astros, como Marte, Saturno e a nebulosa de Órion. A entrada é franca.
Telescópio da Nasa capta
eclipse em buraco negro

Fenômeno só foi detectado graças à emissão de
raios X
Nasa/Divulgação - Fonte: notícias.terra.com.br
O observatório espacial Chandra, da Nasa, detectou pela primeira vez um eclipse criado por um enorme buraco negro e uma nuvem de gases incandescentes em uma galáxia a 60 milhões de anos-luz da Terra, informou nesta quinta-feira a agência espacial americana.
Um boletim da Nasa assinalou que o eclipse deu aos astrônomos a oportunidade de estudar os efeitos e as características desses buracos negros, tal como ocorre com os eclipses de sol ou da lua em nosso Sistema Solar. Os buracos negros são concentrações tão intensas de material cósmico que nem sequer a luz consegue escapar de sua força gravitacional.
A Nasa afirmou que o buraco negro foi detectado na galáxia identificada como NGC 1365 e tem o que os astrônomos consideram como um núcleo galáctico ativo. Os cientistas também assinalam que é possível que o buraco negro seja alimentado em seu núcleo por uma corrente de material proveniente de um disco onde as temperaturas alcançam milhões de graus centígrados.
Segundo o boletim, o disco produz uma abundante quantidade de raios X, mas é pequeno demais para ser detectado por um telescópio terrestre ou espacial. No entanto, quando aconteceu o eclipse, o tempo que demorou para entrar e sair dele permitiu aos cientistas determinar seu tamanho exato.
"Durante anos tínhamos tentado confirmar o tamanho dessa estrutura. Esse eclipse casual nos permitiu conseguir este feito", assinalou Guido Risaliti, astrônomo do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em Cambridge, Massachusetts.
*disponível em: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2480371-EI302,00.html
FIM
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