SÓ PARA AJUDAR O PESSOAL DO PRÉ-VESTIBULAR: curso pré vestibular gratuito e inscrição para a FUVEST  escrito em terça 19 junho 2007 09:55

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Pré-vestibular

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Conteúdo do Blog




 
 
MAPA da aula de história do Prof. Uga
CRUZADAS (1095 - 1270)
EXERCÍCIO DE HISTÓRIA DO PROF UGA
GUERRA DO PARAGUAI
BASTIDORES DA HISTÓRIA DO BRASIL: O Cerro de Porongos
A OUTRA ESPARTA
UM LINK MUITO BOM
RITUAL DE MUMIFICAÇÃO
CRONOLOGIA: grandes fatos do século XIV e XV
O HOMEM DE PROMETEU: o nascimento do homem
CONTESTADO: A Guerra Cabocla
RIOS DA HISTÓRIA - 1
    RIOS - 2   RIOS - 3  
EGITO: formação    pré-dinástico   reino antigo 
AS ESFINGES  desintegração império   RELIGIÃO
SOBRE O CONFLITO ISRAEL E PALESTINA

O FEUDALISMO E O BRASIL
ROMA: Panis et ciscencis - Política popular de Otávio
ARQUEOLOGIA
IDADES DA HISTÓRIA: Antiguidade
SOBRE COMO SURGIU O CRISTIANISMO
IDADES DA HISTÓRIA: Antiguidade depois de Cristo
IDADES DA HISTÓRIA: Idade Média
FÓSSIL de dinossauro mumificado
CONSTANTINOPLA
ETRUSCOS: uma cultura singular
1 HISTÓRIA DE ROMA: sumário e apresentação   2 geo, socie.
{#}  3 fundação    4 reinado    5 monarquia e república
{#}  6 luta de classes  7 República  8 política extena   9 [cont.]  

 

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SUMÁRIO  escrito em terça 19 junho 2007 13:04

Conteúdo:
continuação

 
 
SUPERPAPO: O urânio brasileiro
ATMOSFERA: fatores do clima e domínios climáticos
ATMOSFERA: fatores do clima e domínios climáticos cont.
NEBULOSA VEIL: formada há até 10 mil anos
FOGUETE BRASILEIRO VSB-30: Projeto Cumã II
CONCEITOS: Poder, Estado, Nação, Soberania e Federalismo
SOLSTÍCIO E EQUINÓCIO
MERCOSUL, NAFTA, UE E OUTROS BLOCOS ECONÔMICOS
TERRITÓRIO BRASILEIRO

RODADA DE DOHA
MERCOSUL, ESTADOS UNIDOS E UGO CHÁVEZ
EXERCÍCIOS: Conhecimentos Gerais

PAISAGENS NATURAIS       EXERCÍCIOS
CHUVA DE GRANIZO
       FOGUETES ANTI-GRANIZO
NUVENS: DEFINIÇÃO, FORMAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO
MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS NO BRASIL - OS JAPONESES
MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS NO BRASIL
EMPOBRECIMENTO: Gentrificação na cidade de São Paulo
DIMINUI A POBREZA BRASILEIRA: Os dados da FGV [2007]
MEDIÇÕES GEODÉSICAS
A CANA-DE-AÇÚCAR: importante setor da economia brasileira
O QUE É O ETANOL?
SELENE: A mais importante desde o Programa Apolo
VULCÕES
TERREMOTOS
ESCALA RITCHER

O ETANOL BRASILEIRO, UGO CHÁVEZ E EUA
ECLUSAS: Como funciona o Canal do Panamá
FULÍGEM: Protocolo de Kioto não prevê medidas para...
            
MEIO AMBIENTE
                    

BIOLOGIA
EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES: nos períodos da história
COLMÉIA ESTRESSADA
BIOLOGIA MOLECULAR 1    BIOLOGIA MOLECULAR 1A
{#} A RESPIRAÇÃO AERÓBICA   FERMENTAÇÃO
ORIGEM DA VIDA

                                 
                 

QUÍMICA 
ÁTOMO
ÁTOMO Cont.
ISÓTOPOS, ISÓBAROS, ISÓTONOS E ISOELETRÔNICOS
EXERCÍCIOS
   ÍONS
ÁTOMO – REPRESENTAÇÃO
ÍONS - Cátions e Ânions - Tabela do Objetivo
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA   Continuação

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CRASE  (LINGUA PORTUGUESA) escrito em terça 19 junho 2007 14:00

Crase

Crase não é um acento gráfico.

Crase é a fusão de dois sons iguais:

preposição A + artigo A

O acento que marca a crase é o ACENTO GRAVE

Vou À Universidade.
A crase ocorre para grifar a fusão dos dois sons iguais (preposição A + artigo A)

Quando ocorre a crase?

a. É necessário que a frase tenha um termo regente que exige complemento regido pela preposição A

b. O termo regido precisa admitir a presença do artigo definido feminino singular ou plural A ou As.

Exemplo:

Quem vai, vai A algum lugar.
a. Verbo pede um complemento.
b. Se o complemento admitir a presença do artigo definido feminino, no singular ou no plural, haverá a fusão de dois sons iguais, o som da preposição A + o som do artigo A.

Iremos A (preposição) A (artigo definido) cidade.

Ou seja:

Iremos À cidade.
O acento grave marca a fusão dos dois sons iguais: preposição + artigo.

Dicas para identificar a necessidade do uso da crase

Quando, ao trocar o substantivo que feminino para um similar no masculino, faz-se necessário o uso do artigo definido masculino singular ou plural O ou Os.

Exemplo:

Vou AO restaurante.
Nota-se a presença da preposição A + o artigo O.
Sendo assim, na frase:

Vou À cidade.
Existe fusão entre o artigo e a preposição de sons iguais, portanto, há necessidade de crase que deve ser marcada pelo acento grave.

Quando o substantivo próprio feminino puder ser colocado de modo que apareça a preposição PARA, verifique se, em seguida, há ou não a presença do artigo definido feminino no singular ou no plural.

Exemplo:

Vou À Itália = Vou PARA A Itália
Percebe-se a presença da preposição PARA + o artigo A, portanto, usa-se o acento grave para marcar a crase.

Vou À Bahia = Vou PARA A Bahia
Percebe-se, também, a presença da preposição PARA + o artigo A, portanto, usa-se o acento grave para marcar a crase.

Vou A Brasília = Vou PARA X Brasília
O substantivo não admite a presença do artigo A, portanto não há ocorrência de crase.

Quando se tratar do verbo ir, utiliza-se o inverso, o verbo voltar, para verificar se na frase há ocorrência de crase.

Vou À Itália = Volto DA Itália

Vou À Bahia = Volto DA Bahia
Observa-se a presença da preposição DE + A, portanto a crase deve ser marcada.

Vou A Brasília = Volto DE Brasília
Não há a presença do artigo, logo não ocorre a crase.

VALE LEMBRAR QUE algumas vezes os nomes próprios femininos aparecem acompanhados de adjetivos ou locuções adjetivas denominados de Adjuntos Adnominais.  Se o adjunto adnominal aceitar a presença do artigo, ocorre a crase.

Exemplo:

Vou À majestosa Brasília.

Normas para o uso da crase

Só existem três casos de crase que precede a palavra masculina.

quando subtender as expressões À maneira de ou À moda de

Exemplo:

Escreve À Graciliano Ramos = À MANEIRA de Graciliano Ramos

Vestir-se À Pierre Cardin = À MODA DE Pierre Cardin

Quando tiver subentendida palavra como Faculdade ou Universidade.

Exemplo:

Enviou o atestado À Candido Mendes

Com pronomes demonstrativos (aquele / aquela / aquilo / aqueloutro) no singular ou no plural, tanto femininos como masculinos.

A+ Aquele

A+ Aquela
No exemplo existe a fusão da preposição A com a letra inicial do pronome demonstrativo “A”, pois ambos os fonemas possuem sons idênticos. Sendo assim, deve

Exemplo :

Darei o prêmio ÀQUELE aluno que obtiver a melhor nota.

Darei o prêmio ÀQUELA aluna que obtiver a melhor nota.

COM EXCEÇÃO DOS CASOS CITADOS ACIMA, A CRASE NÃO PRECEDE A PALAVRA MASCULINA, PRECEDE APENAS A FEMININA

Em Locuções Adverbiais femininas:
Locuções adverbiais são duas ou mais palavras que, juntas, têm o mesmo valor de um advérbio.

Exemplo:

À direita – À esquerda

À tarde – À noite

À s claras – Às escuras

À disposição

À parte

À s ordens

À toa

À vista

Em Locuções Prepositivas:
Locuções prepositivas são duas ou mais palavras que, juntas, têm o mesmo valor de uma preposição.

Exemplo:

À beira de

À custa de

À espera de

À frente de

À mercê de

À procura de

3º Em Locuções Conjuntivas:
Locuções conjuntivas são duas ou mais palavras que, juntas, têm o mesmo valor de uma conjunção.

Exemplo:

À medida que

À proporção que
Nos casos:

Venda A prazo Venda Á vista.
No primeiro caso não há crase, pois a locução é uma palavra masculina.
Mas, quando a locução for feminina, como no segundo caso, ocorre a fusão da preposição A + o artigo A, logo a crase deve ser marcada.

Quando não se marca a crase?

antes de verbo

Exemplo:

Demorou A chegar. = Demorou para chegar.

Aprender A ler.

Condições A combinar.

Caso A estudar.

Mercadorias A transportar.

O VERBO NÃO ADIMITE O ARTIGO. NUNCA COLOQUE CRASE DIANTE DE VERBOS.

antes do artigo indefinido uma

Exemplo:

Não me submeto A uma exigência dessas.
A = preposição.

antes de:

a) pronomes pessoais

PRONOMES PESSOAIS:

RETOS

OBLÍQUOS

eu

me, mim, comigo

tu

te, ti, contigo

ele, ela

se, si, consigo, o, a, lhe

nós

nos, conosco

vós

vos, convosco

eles

se, si, consigo, os, as, lhes

Exemplo:

Ele se referiu A mim.
A = preposição.

b) pronomes de tratamento (com exceção de Senhora ou Senhorita)

PRONOMES DE TRATAMENTO:

Vossa Alteza (V.A.) - dirigindo-se a príncipes, duques...

Vossa Eminência (V. Em.) - dirigindo-se a cardeais

Vossa Excelência (V. Ex.) - dirigindo-se às altas autoridades

Vossa Magnificência (V. Mag.) - dirigindo-se a reitores de universidades

Vossa Majestade (V. M.) - dirigindo-se a reis, imperadores...

Vossa Santidade (V. S.) - dirigindo-se ao papa

Vossa Senhoria (V. S.a.) - em tratamento cerimonioso

O senhor, a senhora, você e vocês.

Exemplo:

Peço A Vossa Excelência que...
A = preposição.

c) pronomes indefinidos

PRONOMES INDEFINIDOS

Variáveis                                                Invariáveis

                                                                (referem-se a coisas)

Algum, alguma, alguns, algumas        Algo

Nenhum, nenhuma                                Tudo

Nenhuns, nenhumas                             

Todo, toda, todos, todas                      Nada

Outro, outra, outros, outras

Muito, muita, muitos, muitas

                                                               (referem-se a pessoas)

Pouco, pouca, poucos, poucas         Quem

Certo, certa, certos, certas                Alguém

Vário, vária, vários, várias                 Ninguém

Quanto, quanta, quantos, quantas    Outrem

Tanto, tanta, tantos, tantas

Qualquer, quaisquer                           

                                                              (referem-se a coisas e pessoas)

Qual, quais                                         Cada

Um, uma, uns, umas                          Que

Os pronomes indefinidos também podem aparecer sob a forma de locução pronominal:

Cada qual, quem quer que, qualquer um, todo aquele que, tudo o mais.

Exemplo:

Assisti penalizado A toda essa cena.

A cada uma.

A qualquer hora.
Nos três casos: A = preposição.

d) pronomes demonstrativos

PRONOMES DEMONSTRATIVOS

Este, esta, isto (usados para o que está próximo da pessoa que fala e para o tempo presente)

Esse, essa, isso (usados para o que está próximo da pessoa com quem se fala, para o tempo passado recente e para o futuro)

Aquele, aquela, aquilo (usados para o que está distante da pessoa que fala e da pessoa com quem se fala e para o tempo passado remoto)

O, a, os, as (quando equivalem a isto, isso, aquilo ou aquele(s), aquela(s))

Exemplo:

A essa hora o comércio já fechou.

e) pronomes relativos: que – quem – cuja – cujas (com exceção de a qual e as quais)

OS PRONOMES RELATIVOS SÃO AQUELES QUE ESTABELECEM UMA RELAÇÃO DE SUBORDINAÇÃO ENTRE DUAS ORAÇÕES, E SERVEM PARA EVITAR A REPETIÇÃO DE UM SUBSTANTIVO NO MESMO PERÍODO. ELES SÃO: QUE, QUEM, QUAL, ONDE, QUANDO E CUJO.

Exemplo:

Ele trabalha na maior unidade do grupo empresarial, A qual produz sofisticados equipamentos eletrônicos.

antes de antes de numeral

Exemplo:

De 1939 A 1945
A = preposição

De 11 A 20
A = preposição.

NO ENTANTO, quando o numeral se referir a uma hora determinada, formando uma locução adverbial feminina, usa-se o acento gráfico para marcar a crase.

Exemplo:

Veio ÀS 3 horas.

Estarei lá ÀS 18h.

Entre substantivos iguais.

Exemplo:

Face A face.

Gota A gota.

De parte A parte.

Corpo A corpo.
Obs.: A = preposição.

Quando a vogal A estiver diante de palavras no plural, mesmo que femininas.

Exemplo:

Não damos ouvidos A reclamações.

Não me refiro A mulheres, mas A meninas.

A condições variadas.

A conclusões favoráveis.

A forças ocultas.

A obras.

A matérias difíceis.

A pessoas ilustres.

Depois de preposição como:

como / ante / após / com / conforme / contra / desde / durante / entre / mediante / para / perante / sob / sobre e segundo

Exemplo:

Ante A evidência.

Após As aulas.

Mediante A força.

Para A paz.

Sob A fiscalização.

Sobre A questão.

8º Quando o substantivo feminino está subentendido no artigo indefinido uma, indicando a palavra de uma forma indeterminada.

Exemplo:

Estava entregue A terrível depressão. = Estava entregue A UMA terrível depressão.

Procedeu-se A minuciosa busca. = Procedeu-se A UMA minuciosa busca.

Casos especiais de ocorrência da crase

1º Ocorrem quando o objeto (Casa – Terra – Distância) é determinado:

A) Quando a palavra CASA referir-se a LAR, a A CASA EM QUE MORAMOS, não há crase.

Exemplo:

Voltei A casa. = Voltei DE casa.
O objeto casa é indeterminado e não aceita o artigo definido “a”, portanto não há ocorrência de crase.

Mas se a palavra CASA for modificada por adjetivo ou locução adjetiva.

Exemplo:

Vou À casa de Pedro.

Refere-se Às Casas Pernambucanas.

B) Quando a palavra terra for mencionada em posição oposta ao mar, a Terra está indeterminada, portanto não há crase.

Exemplo:

O navio já regressou A Terra.
A = preposição.

Mas se a palavra terra aparecer modificada por adjetivo ou locução adjetiva, ela é mencionada de forma determinada e aceita o artigo definido, portanto a crase deve ser marcada com o acento grave.

Exemplo:

Foi À terra natal.

Os aviões se dirigiram Às terras iraquianas.

C) Quando a palavra DISTÂNCIA for utilizada de forma indeterminada, não há crase.

Exemplo:

Os observadores ficam A distância.

Mas se a distância for determinada, a frase aceita o artigo definido feminino, exigindo a crase.

Exemplo:

Os observadores ficaram À distância de 200m.

D) Os PRONOMES RELATIVOS permitem a presença da preposição que se funde com a primeira a sua letra, permitindo a crase.

Exemplo:

Não conheço a cidade À qual ele se referiu.

E) Quando os PRONOMES DEMONSTRATIVOS forem precedidos da preposição A, a crase deve ser marcada.

Nos casos:

A = aquela

As = aquelas

Exemplo:

É uma situação semelhante À que enfrentamos ontem. = É uma situação semelhante ÀQUELA que enfrentamos ontem. = É um fato semelhante ÀQUELE que observamos ontem.
Nos três casos acima, há a fusão do artigo A com o pronome demonstrativo que inicia com a letra A. Portanto existe a fusão de dois fonemas de sons idênticos, sendo assim, a crase é marcada.

Uso facultativo da crase

Diante de PRONOMES POSSESSIVOS femininos.

Exemplo:

Aos meus alunos e Às minhas alunas.

Aos meus alunos e As minhas alunas.
Ambas as formas estão corretas.

2º Nome de mulher que figura na intimidade daquele que a menciona. Observe que a crase só se justifica quando há intimidade entre aquele que menciona e aquela que é mencionada.

Exemplo:

Declarou-se À Joana. = Declarou-se A Joana.
Neste caso, Joana é uma pessoa íntima daquele que está falando. Sendo assim, o uso da crase é opcional.

No entanto, quando a mulher mencionada não for íntima do falante, não há crase.

Exemplo:

Referia-se A Selma, a nova diretora.

Neste caso, não há a presença do artigo, porque a mulher mencionada não é uma pessoa da intimidade de quem está falando, portanto, não há crase.

O uso da crase depende, então, da presença do artigo definido feminino (singular ou plural) A+ a preposição A.Depende, também,do fator de determinação ou indeterminação do objeto da frase.

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Colaboração
Consultoria Acadêmica


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DICAS PARA ESCREVER CORRETAMENTE  (LINGUA PORTUGUESA) escrito em terça 19 junho 2007 14:16

CARACTERÍSTICAS DA LINGUAGEM
(ORAL E ESCRITA)

Fonemas são sons.
Letras são representações de sons.

Modalidades da língua:
Oral – faz uso dos fonemas (sons)
Escrita – faz uso das letras (representação dos sons)

A língua oral

A língua escrita

1 faz uso dos fonemas (sons);
2 é mais abrangente (a maioria das pessoas se comunica com a língua oral);
3 tem mais recursos da linguagem: a linguagem não verbal pode contar com gestos, expressões faciais, entonação da voz o ritmo etc.;
4 é mais fácil a interação entre o a. receptor e o emissor com:
b. Interrupção do emissor
c. Repetição de palavras
d.Interrupção de frases;
5 faz uso de gíria, expressão popular e palavrão etc.;
6 não se apaga, não dá para ser corrigida;
7 conta com marcadores conversacionais que são expressões como “tá”, “olha”, “viu?”, “ok?” e outras;
8 sofrem processo de redução
ex: falar = “falá”.

1 faz uso das letras do alfabeto que formam palavras (representação dos sons);
2 é menos abrangente que a língua falada (menos pessoas sabem escrever);
3 deve-se evitar a repetição de palavras;
4 é mais formal (pode-se ter uma linguagem escrita menos ou mais formal, mas a linguagem escrita é, em geral, mais formal que a linguagem falada);
5 não é comum o uso de gírias ou de marcadores conversacionais como “tá”, “olha”, “viu?”, “ok?” e outras;
6 não se observa a reação do interlocutor imediatamente;
7 pode ser apagada, até que o texto fique do agrado de quem o escreve;
8 o uso da pontuação tenta substituir os mecanismos da linguagem falada como a entonação de voz;
9 precisa haver concordância, se a narração foi iniciada no presente, por exemplo, deve-se terminar da mesma forma.

 
A ESCRITA

1º não é fonética, ou seja, nós não escrevemos como falamos;
2º ela é etimológica, ou seja, as palavras são escritas de acordo com a sua origem (latina, grega, tupi, árabe etc.), e também conforme as transformações que elas passaram durante os séculos. Assim, mesmo que o som das palavras nos induza a outra escrita, temos que grafar, ou seja, escrever as palavras conforme sua etimologia. Por exemplo, nós falamos "emprezas", mas escrevemos "empresas", falamos "servissos", mas escrevemos "serviços". Existam várias letras que emitem sons iguais. O som /s/ com som de "cê" é o que gera mais problemas com relação à representação gráfica. O fonema /S/ pode ser usado como as letras:
S - ex: misto > posto
SS - ex: cessão > opressão
C - ex: célula > acionar
Ç - ex: extinção > adoção
SC - ex: nascer > obsceno
XC - ex: exceção > exceto
X - ex: texto > expor

Segue dicas para a grafia correta das palavras.

Usos da letra “S”

1) todas as formas do verbo por e do verbo querer são sempre grafadas com a letra “s”, mesmo que o som seja com "z", por exemplo:

Verbo por

Verbo querer

ele pôs / eu pus / pusemos / se ele puser

ele quis / eles quiseram / quando eles quiserem

2) os verbos derivados de substantivos cujo radical já possui a letra "s”
análise > analisar / paralisia > paralisar / aviso > avisar / piso > pisar

3) sufixos:

a) dos adjetivos indicativos de procedência – ense:
Paraná + ense > paranaense

b) dos adjetivos indicativos – oso:
teima + oso > teimoso
prazer + oso > prazeroso

c) dos adjetivos pátrios e com idéia de participação - es e esa:
burgo >burguês > burguesa
campo>camponês > camponesa

d) na formação do feminino de vários substantivos – esa:
príncipe > princesa
barão > baronesa
duque > duquesa

e) sufixo isa:
sacerdote > sacerdotisa
poeta > poetisa

f) sufixos de origem grega como ase, ese ise, ose:
catequese / ênclise / osmose / metamorfose

4) no final de sílabas iniciais ou interiores de algumas palavras (quando não for precedido da vogal "e"):
misto / mistura / justaposição

5) em substantivos derivados de verbos com terminação em ter / dir/ der:
prender > pre + esa > presa
defender > defe+ esa > defesa
pretender > preten + são > pretensão
compreender > compreen+são > compreensão
distender > disten+ são > distensão
estender > exten+são > extensão
ascender > ascen+são > ascensão
inverter > inver+são > inversão
expandir > expan+são > expansão

6) em substantivos derivados de verbos com terminação em gir
emergir > emer+ são > emersão
espargir > espar+so (adjetivo) > esparso
submergir > submer+so (adjetivo) > submerso
convergir > conver+são > conversão

7) em substantivos derivados de verbos que se formaram pelo conjunto das letras pel:
impelir > impulso > impulsão
expelir > expulso > expulsão
repelir > repulso > repulsão
pulso > pulsão

8) em substantivos derivados de verbos com cor (transforma-se em cur):
correr > curso > cursivo
incorrer > incursão > excursão

9) os substantivos derivados de verbo com sent (transforma-se em sens):
sentir > senso > sensível
consentir > consenso

Usos da letra do dígrafo "ss"

(dígrafo são duas letras com um único som)

1) nos verbos com terminação em ter / tir / dir/ der / mir:
aceder > acessível
admitir > admissível
agredir > agressão
ceder > cessão

2) quando o prefixo termina em vogal + verbo que começa em "s":
re+surgir > ressurgir
pre+sentir > pressentir
a+sossegar > assossegar

3) com o sufixo íssimo (superlativo):
caro + íssimo > caríssimo
digno + íssimo > digníssimo
excelente + íssimo > excelentíssimo

Usos da letra "Ç"

1) nos substantivos derivados de verbos com terminação ter, ir, er, mir (a terminação permanece, mas perdem o "r” e, em muitos casos, ganham "m”):
Abster > abs-ten- ção > abstenção
ater > aten-ção > atenção
conter > con-ten-ção > contenção
deter > de-ten-ção > detenção
extinguir > extin-ção > extinção
obter > obten-ção > obtenção
Observação: remir > remição = resgatar, liberar >>> diferente da homófona <<< remir > remissão = resistência, indulgência

2) quando o verbo termina em "ar" o substantivo se escreve com "ç":
falar> falação
reputar > reputação
importar > importação
divulgar > divulgação
adotar > adoção

3) em todos os vocábulos de origem tupi ou africana:
paçoca / miçanga / araçá / Iguaçu / caçula

4) em todos os vocábulos de origem árabe:
açúcar / açucena / açafrão / muçulmano

5) quando houver sufixos nominais (próprios dos substantivos) com terminação: aça, aço, iça, uça, uso e anca:
barcaça / ricaço / sumiço / armação / fiança / convalescença

6) quando o "t" substituído por "c" ou por "ç":
absorto > absorção
alto > alçar > realçar
ato > ação > acionar
canto > canção
executar > execução
relatar > relação > relacionar
torto - torção - distorção – contorção
Observação: extorsão

O dígrafo "sc"

Usado em termos eruditos, enquanto a letra "c" é usada nas formas populares e nas formações comuns:

Formas populares:
conhecer / falecer / parecer / amadurecer

Formas eruditas
(muitas palavras permaneceram com o modo erudito de grafia)
intumescer / convalescer / rescindir / abscesso / acrescentar / acréscimo / adolescência / ascensão / ascendente / consciência / crescer / nascer

Usos da letra "x"

1) com som de "s":
aproximar / auxílio / contexto / expectativa / explanar / expiar / explicar / têxtil / inexperiência

2) com som de "z":
exagero / exames / exato / exemplo / exausto / exaurir / execução / executar / exigir / inexato / êxodo / exótico

3) com som de "ks":
anexo / asfixiar / complexo / conexo / crucifixo / dislexia / léxico / perplexo / tóxico

4) com som de "ch":

caixa / desleixado / elixir / enxergar / enxugar / mexer / paixão / lixo / luxúria / praxe / taxa / relaxar / vexame / taxativo / rixa

5) grafado com "xc", mas com som de “s”:
exceção / excelência / excedente / exceto / excitação

Usos da letra "z"

1) com os sufixos:

a) "ez" "eza" na formação de substantivos abstratos:
altivo > altivez
macio > maciez
belo > beleza
surdo > surdez
singelo - singeleza

b) "izar" na formação de verbos e substantivos

fiscalizar > fiscalização
organizar > organização
colonizar > colonização
humanizar > humanização
valorizar > valorização

Observação:
sem o sufixo "izar", o verbo pode ser com "s" ou com "z"
pesquisa > pesquisar
aviso > avisar
juízo > ajuizar etc.

2) temos "z" nas terminações az, ez, iz, oz e uz:
capaz / faz / traz / feliz / atriz / foz / luz /cruz

3) nos diminutivos e derivados que apresentam uma consoante de ligação, a consoante é representada pela letra "z”:

pai+inho > paizinho (diminutivo)
rei+inho > reizinho (diminutivo)
café > cafezal (palavra derivada)

Observação: quando a palavra de base termina em "s", essa letra se mantém:
lapis+inho > lapisinho
chinês > chinesinho
sisudo
mesa > mesinha > mesada

4) palavras com a consoante “c” entre vogais:
ácido – azedo
cimo- dezena

5) palavras com a terminação "triz":
atriz / diretriz / embaixatriz / matriz

6) palavras de origem árabe:
azar / azeite / chafariz / algoz

7) derivados que na base já se escreve a letra "z":
baliza > balizado
raiz > enraizar
razão > arrazoar
jazer > jazigo

Usos da letra “j”

1) em palavras de origem latina:
jeito / majestade / hoje / cerejeira

2) em palavras de origem tupi-guarani, africana ou árabe:
jibóia / jirau / alforje

3) nas formas derivadas em que já existe a letra “j”:
lison ja > lisonjear
loja > lojista
pegajosos
rijeza > rijo

4) nas terminações "age":
laje / traje / ultraje

5) vocábulos com “j”:
adjetivo / objeção / berinjela / objetivo / projeção / ojeriza / pajé / injeção / cafajeste / hoje / jibóia

Usos da letra “g”

1) em palavras de origem latina ou grega que já possuíam a letra “g”:
agir / falange / frigir / gesto / tigela

2) em palavras de origem árabe que já possuíam o “g”:
ál gebra / ginete / girafa / giz

3) nas terminações: agem, igem, egem, ugem, ege e oge:
malandragem / vertigem / ferrugem / herege /
Exceções: laje

4) nas terminações: ágio, égio, igio, ógio e úgio:
estágio / relógio / refúgio

5) nos verbos terminados em ger e gir:
eleger / proteger / fingir

6) depois da letra "r" antes:

submergir / divergir

Exceções : palavras que já tenham o "j" no radical, ex: alforje

7) derivadas de outras palavras que se escrevem com a letra "g":
fugir = afugentar
ferrugem = ferrugento
Exceções: rijo = rígido = rigidez

8) palavras que iniciam com a letra “a”:
ág
il - agente - agitar - aborígine, argila

Usos da letra "h"

(essa letra não representa fonema, não tem um som determinado)

1) no início da palavra:
herói / hipótese / homem

2) no início ou no final das interjeições:
ah! / hein! / oh! / bah!

3) no interior de palavras integrando um dígrafo (duas letras que produzem apenas um som):
chá / chuva

~~~~~~~~~~~~

Colaboração:
Consultoria Acadêmica

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SINTAXE  (LINGUA PORTUGUESA) escrito em terça 19 junho 2007 15:03

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